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gente nunca percebe o quão bom é o tempo que estamos vivendo porque ainda
persistimos naquela chata e humana mania de só nos darmos conta da real
felicidade, quando ela já não está mais aí pra nos fazer decentes. Sim,
decência, porque essa não devia nos reportar ao esforço para não sermos
julgados de forma negativa pelos outros, mas sim devia ser o maior sinônimo de
felicidade. A questão surge: Então chegamos mais perto da felicidade única e
exclusivamente quando não a temos mais? Cada vez mais acredito que sim. Essa
realidade pode ser um pouco triste, porém natural: não podemos medir o tamanho
da nossa felicidade de hoje porque essa perderia a graça! Fazer essa medição
seria como desrespeitar as regras, ou como ir numa cartomante e ela finalmente
acertar todos detalhes de teu futuro em cheio. Sempre que falo em “natural”
estou me referindo a algo extraordinariamente bom, afinal o homem nunca botou
suas mãos em tamanha complexidade. Já falei aqui, que um dos fatores que mais
deve ser levado a sério em nossas vidas é o nosso pensamento, ou seja, coisa
natural. É de berço que trazemos esse sentimento de “felicidade tardia”, ou
melhor, “felicidade perdida”. O lado bom (ótimo) é que o “natural” sempre age
com uma razão! Para ele nada é por acaso, e tudo tem motivo. Dizem quem se
acabou e não deu certo, é porque ainda não terminou (clichê, mas verdade
verdadeira). Por isso que felicidade seja sinônimo de inteligência, de decência
e até de natureza, mas pelo amor de Deus, que seja sinônimo de futuro.

Gobbi, lendo o teu texto acabei percebendo que já tinha pensado no assunto mas de maneira bem superficial. Adorei que tu foi bem a fundo no tema, me fazendo refletir. Muito bom!!! Continua postando que eu sempre te acompanharei!!
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